|
|
A
Intermediação de Maria Mãe de Deus, e nossa, para nos levar ao
Cordeiro de Deus |
| |
|
|
|
|
| |
| A
missão de dar testemunho do ideal de família |
|
|
É dar testemunho
de Cristo em nossa vida matrimonial e familiar. É transmitir o amor
que vivemos em nossos lares. É uma experiência que não podemos nem
devemos calar. E creio que muitos de nós sentimos essa necessidade:
vivemos algo tão belo em nossas famílias que temos que anuncia-lo
como uma Boa Notícia. Devemos anunciar o Evangelho da família, a Boa
Nova do matrimônio cristão, o gozo profundo da comunhão matrimonial
e familiar.
Essa experiência que estamos vivendo em nossas casas, há de nos dar
forças não só para falar, mas também para lutar para que o mundo
seja mais família: que outras famílias sejam felizes, que haja leis
que respeitem os direitos da família. Mas essas grandes tarefas só
podem ser cumpridas partindo de um ideal vivido, de uma experiência
profunda. E essa experiência nós temos que fazê-la com Cristo na
Eucaristia e, como vivência do amor humano, em nosso próprio lar.
Nós, os matrimônios, devemos transmitir ao mundo o ideal de família.
Temos que sentir essa consciência de missão. Porque esse fogo que
arde em nossos lares, se o transmitimos bem, é um fogo que pode
transformar o mundo. Nossas famílias são a base da renovação:
renovação da Igreja, da sociedade e do mundo.
Homem possuído por sua missão
Creio que é impossível lograr os objetivos de ajudar a transformar o
mundo sem uma forte consciência de missão. É uma tarefa enorme. As
circunstâncias atuais são muito difíceis. Nós, os instrumentos
humanos, somos muito frágeis.
Muitas vezes a consciência de missão não é suficiente, temos que
estar possuídos (captados, convencidos) pela missão. Porque quem não
está “possuído” por Deus, por sua missão, será incapaz de superar as
dificuldades que vai enfrentar numa sociedade pluralista.
Quem não crê que tem uma missão divina, vai sucumbir, não vai lutar
por Deus. Penso que a todos nos falta ainda esse empurrão
irresistível para levar adiante nossa missão.
Faz-nos falta o homem que se sabe escolhido e enviado por Deus, e
que por isso vive e vibra por sua missão. É necessário consciência
de missão para intervir na história de nossa Igreja e de nossa
pátria, como os grandes profetas e santos. Estamos possuídos por
nossa missão?
Deus nos chama para transformar o mundo. Se, queremos torná-lo
presente não podemos ficar tranquilos em nossas casas, viver ali
nosso céu. Temos que lutar para que nossa terra chegue a ser uma
colônia do céu. Significa promover uma nova cultura cristã, uma
civilização do amor, uma nova ordem social.
É necessário heroísmo. É o heroísmo de cada dia, das coisas
cotidianas e ordinárias: fazer tudo com o máximo de amor, de
entrega, de generosidade. É o heroísmo da vida matrimonial e
familiar: mas não dessa entrega pobre, queixosa e mesquinha, mas sim
de uma entrega magnânima, fiel e sem pretexto, de um crescimento
constante no amor. A pergunta é, se realmente queremos escapar da
tibieza, da mediocridade e encaminhar heroicamente para a santidade.
É unicamente nossa decisão pessoal e como família, se nos divertimos
com a vida ou nos arriscamos a vida.
O oposto a tudo isso são os espectadores, para quem a situação do
mundo, da sociedade, da Igreja lhes chega como comentário, como uma
situação externa, e não como o “campo de luta” aonde temos que
plasmar nossa visão integral. Espíritos reprimidos, na apatia e na
indiferença, de quem não estão dispostos encontram-se sem forças
para dar os saltos mortais.
Perguntas para a reflexão:
1. Que faço para que o mundo seja mais família?
2. Sou consciente que Deus me encomendou uma missão?
3. Sou agradecido pelo que Deus me há dado, ou sou uma pessoa
queixosa?
Se desejar subscrever, comentar o texto ou dar seu testemunho,
escreva para: pn.reflexiones@gmail.com |
|
|
voltar |
|
Terço dos
Homens, uma campanha em prol das famílias do Brasil e do mundo.
Participe sempre e convide um amigo. |
| |
|