A Intermediação de Maria Mãe de Deus, e nossa, para nos levar ao Cordeiro de Deus

 
Padre Nicolas

PÁGINA INICIAL

 
A missão de dar testemunho do ideal de família
É dar testemunho de Cristo em nossa vida matrimonial e familiar. É transmitir o amor que vivemos em nossos lares. É uma experiência que não podemos nem devemos calar. E creio que muitos de nós sentimos essa necessidade: vivemos algo tão belo em nossas famílias que temos que anuncia-lo como uma Boa Notícia. Devemos anunciar o Evangelho da família, a Boa Nova do matrimônio cristão, o gozo profundo da comunhão matrimonial e familiar.

Essa experiência que estamos vivendo em nossas casas, há de nos dar forças não só para falar, mas também para lutar para que o mundo seja mais família: que outras famílias sejam felizes, que haja leis que respeitem os direitos da família. Mas essas grandes tarefas só podem ser cumpridas partindo de um ideal vivido, de uma experiência profunda. E essa experiência nós temos que fazê-la com Cristo na Eucaristia e, como vivência do amor humano, em nosso próprio lar.

Nós, os matrimônios, devemos transmitir ao mundo o ideal de família. Temos que sentir essa consciência de missão. Porque esse fogo que arde em nossos lares, se o transmitimos bem, é um fogo que pode transformar o mundo. Nossas famílias são a base da renovação: renovação da Igreja, da sociedade e do mundo.

Homem possuído por sua missão

Creio que é impossível lograr os objetivos de ajudar a transformar o mundo sem uma forte consciência de missão. É uma tarefa enorme. As circunstâncias atuais são muito difíceis. Nós, os instrumentos humanos, somos muito frágeis.

Muitas vezes a consciência de missão não é suficiente, temos que estar possuídos (captados, convencidos) pela missão. Porque quem não está “possuído” por Deus, por sua missão, será incapaz de superar as dificuldades que vai enfrentar numa sociedade pluralista.

Quem não crê que tem uma missão divina, vai sucumbir, não vai lutar por Deus. Penso que a todos nos falta ainda esse empurrão irresistível para levar adiante nossa missão.

Faz-nos falta o homem que se sabe escolhido e enviado por Deus, e que por isso vive e vibra por sua missão. É necessário consciência de missão para intervir na história de nossa Igreja e de nossa pátria, como os grandes profetas e santos. Estamos possuídos por nossa missão?

Deus nos chama para transformar o mundo. Se, queremos torná-lo presente não podemos ficar tranquilos em nossas casas, viver ali nosso céu. Temos que lutar para que nossa terra chegue a ser uma colônia do céu. Significa promover uma nova cultura cristã, uma civilização do amor, uma nova ordem social.

É necessário heroísmo. É o heroísmo de cada dia, das coisas cotidianas e ordinárias: fazer tudo com o máximo de amor, de entrega, de generosidade. É o heroísmo da vida matrimonial e familiar: mas não dessa entrega pobre, queixosa e mesquinha, mas sim de uma entrega magnânima, fiel e sem pretexto, de um crescimento constante no amor. A pergunta é, se realmente queremos escapar da tibieza, da mediocridade e encaminhar heroicamente para a santidade. É unicamente nossa decisão pessoal e como família, se nos divertimos com a vida ou nos arriscamos a vida.

O oposto a tudo isso são os espectadores, para quem a situação do mundo, da sociedade, da Igreja lhes chega como comentário, como uma situação externa, e não como o “campo de luta” aonde temos que plasmar nossa visão integral. Espíritos reprimidos, na apatia e na indiferença, de quem não estão dispostos encontram-se sem forças para dar os saltos mortais.

Perguntas para a reflexão:

1. Que faço para que o mundo seja mais família?
2. Sou consciente que Deus me encomendou uma missão?
3. Sou agradecido pelo que Deus me há dado, ou sou uma pessoa queixosa?

Se desejar subscrever, comentar o texto ou dar seu testemunho, escreva para: pn.reflexiones@gmail.com

voltar

Terço dos Homens, uma campanha em prol das famílias do Brasil e do mundo.
Participe sempre e convide um amigo.