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A
Santa Missão de Nossa Senhora em prol da Família |
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| Apostólos da Aliança de Amor |
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Por que o homem de hoje
está tão pouco captado por Deus, tão pouco penetrado por seu espírito? O Padre
Fundador o explica: É porque tudo fica na cabeça e não chega até o coração. O
coração fica fechado e endurecido.
Qual é então o sentido de nossa Aliança de Amor? O sentido é que lhe entregue a
Mãe de Deus meu coração: intercambio de corações. O que Ela faz com meu coração?
Leva-o a Cristo, leva-o ao Pai. O sentido final da Aliança é: dar a Cristo, a Deus meu
coração.
Qual é, por isso, nossa tarefa? Se nós quisermos ser de Cristo, pertencer-lhe
para sempre, temos que levar a sério nossa Aliança na vida diária. O que significa
também fazer valer nossas exigências de amor para com a Mãe de Deus: pedir-lhe que
acenda em meu coração, no grau mais alto possível, o amor a Cristo, amor a Deus.
E a Mãe de Deus está obrigada a fazer-lo. Porque é o sentido da Aliança de Amor.
Peçamos, então, conscientemente no Santuário que nos regale essa graça de um
coração animado por Cristo.
Vejamos outro aspecto. Deus quer que por meio da Aliança, o homem de hoje possa curar-se
novamente. Porque o homem moderno está enfermo. O Padre Kentenich sinaliza que no homem
atual existe uma grande incapacidade de vivencia religiosa; que nele se dá um amplo
bloqueio da vida afetiva frente a Deus.
E a ferida mais profunda em sua afetividade é a incapacidade de dar e de receber amor. O
homem de nosso tempo, afirma o Padre Fundador, é uma espécie de faquir no campo do amor,
padece de uma anemia aguda na qualidade de seus vínculos pessoais.
Uma das grandes metas para o homem de amanhã há de ser, por isso, ganhar o afeto ou o
coração para Deus.
As verdades de fé devem chegar a ser vivencias de fé. Necessitamos sentir as verdades de
fé, tocar-las em forma sensível. Necessitamos palpar a fé feita vida em uma pessoa ou
em uma comunidade. A partir destas vivencias, que hão captado nosso coração, criam-se
os vínculos afetivos que nos atam a Deus e ao mundo sobrenatural.
E aqui surge então a importância decisiva de nossa Aliança de Amor com a Mãe de Deus.
O amor conhece uma transmissão de vida. Se, amo a Maria, Ela me transmite sua vida. Em
sua pessoa está impressa a mais pura e cálida afetividade. Se, me vinculo filialmente a
Ela, então se despertam em mim afetos, me brinda seu próprio amor a Deus e aos outros.
Por meio da Aliança vou aprendendo a amar como Maria e todo o que Ela ama.
È, por isso, o caminho para curar ao homem de hoje, facilitar a ele vivencias
religiosas profundas, ganhar seu afeto e seu coração para Deus e para o mundo
sobrenatural. Devemos, por isso, levar nossos irmãos à Aliança de Amor. Devemos
despertar e animar o amor a Maria neles.
Só por meio dessa vinculação cálida a Ela vão começar a imitar-la em sua
atitude e seu comportamento. O Padre fundador nos pede que todos sejamos apóstolos da
Aliança de Amor. Seu desejo é que todo mundo chegue a fazer a Aliança, que todo mundo
descubra a riqueza de compartilhar a vida com Maria.
Temos que convidar nossos familiares, amigos, parentes e companheiros de trabalho a
fazer Aliança de Amor.
Perguntas para a reflexão
1. A quantas pessoas já levei a AA?
2. Como vivo minha Aliança com a Mãe de Deus?
3. É Maria, minha educadora?
Se desejar comentar o texto ou dar seu testemunho, escreva para: pn.reflexiones@gmail.com
Tradução: Lena Barros de Ortiz. União de Familias no Paraguay. |
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Terço dos
Homens, uma campanha em prol das famílias do Brasil e do mundo.
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