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A
Santa Missão de Nossa Senhora em prol da Família |
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A Igreja celebra no dia 01 de novembro uma das festas mais
alegres e jubilosas de todo o ano: a solenidade de todos os
Santos.
A Bíblia nos dá uma visão impressionante desta comunidade dos
Santos. Pertencem a ela os Santos canonizados: a Santíssima
Virgem Maria, os Apóstolos, nossos santos Patronos e todos os
Santos que já têm sua própria festa ao longo do ano.
Eles nos são dados como modelos e guias. Vemos, vislumbramos e
conhecemos a Deus em seus Santos. Por sua vida, eles nos
manifestam como Jesus Cristo houvera vivido nos distintos
tempos, nos diferentes estados e vocações. Jesus não viveu mais
que uma única vida humana, uma vida breve de 33 anos.
Mas através da vida dos Santos nos revela a inesgotável
variedade e riqueza de sua imitação. Daí entende-se também, que
alguns Santos nos atraem mais que outros, que cada um de nós tem
seus Santos prediletos. São aqueles Santos que respondem mais a
nosso caráter próprio, a nossos anseios pessoais.
Contudo os Santos não são somente nossos modelos na imitação de
Cristo, resultam serem também nossos intercessores ante o trono
de Deus. Eles são os filhos maduros de Deus e têm, por isso,
poder sobre seu coração de Pai.
Com a morte nunca se termina uma vocação ou missão pessoal, se
não que se continua desde o céu. Santa Teresinha o expressa em
sua maneira simples: “Desde o céu farei cair sobre a terra uma
chuva de rosas”.
Assim a festa quer aprofunda nossa vinculação, nosso amor e
nossa confiança nos Santos. Mas festejamos não apenas aos Santos
canonizados, também aos Santos anônimos e desconhecidos, que se
encontram na Casa do Pai. Trata-se dos cristãos comuns como nós,
que chegaram à meta de sua vida na terra e entraram talvez
depois de um tempo de purificação na comunidade do céu.
Todos nós temos algumas pessoas queridas entre esta grande
multidão de Santos não canonizados: nossos pais, familiares,
amigos e companheiros defuntos. E se pensamos em sua felicidade,
então não deixamos de alegrar-nos com eles. Dessa maneira nos
vem o desejo de voltar a encontrá-los de nos juntar com eles.
Felizes, por isso, nós se no céu temos já seres queridos. Eles
nos atraem e nos convidam a essa reunião eterna, aonde não
querem ser felizes sem nós. Assim, o céu começa a ser uma
realidade palpável para nós. Assim começamos a amar o céu, a
esperar o céu, a conhecer o céu. Assim nos colocamos em marcha
pelo caminho que nos conduzirá rumo à Casa do Pai.
Cada cristão, cada um de nós é chamado à santidade. Podemos ser
santos e devemos nos esforçar para sê-lo. Os Santos foram
limitados e débeis como nós. E temos as mesmas ajudas, as mesmas
graças, os mesmos sacramentos que eles.
O Evangelho nos mostra o caminho que nos conduz a essa meta mais
alta. As bem-aventuranças são as condições de entrada no Reino
de Deus. São um programa inteiro de perfeição e santidade. Os
Santos corresponderam a este ideal cristão, viveram diariamente
estas atitudes fundamentais do Reino. Por isso miramos aos
Santos, e mirando-os os amamos, e amando-os os imitamos.
Queridos irmãos, se seguimos fiéis por este caminho, a festa de
todos os Santos será algum dia, nossa própria festa. Então todos
nós estaremos, um dia, reunidos no céu junto a Deus, a Maria,
aos Apóstolos, a todos os Santos, e junto a nossos familiares e
amigos.
Perguntas para a reflexão
1. Costumo rezar pelos familiares que me precederam no céu?
2. Sinto-me chamado a santidade?
3. Reflexionei alguma vez sobre “As bem-aventuranças”?
Se deseja subscrever-se, comentar o texto ou dar seu testemunho,
escreva para: pn.reflexiones@gmail.com |
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Terço dos
Homens, uma campanha em prol das famílias do Brasil e do mundo.
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