|
A
Santa Missão de Nossa Senhora em prol da Família |
 |
|
|
|
 |
|
|
A pureza que
em Maria foi um dom é para nós uma árdua tarefa. Por que?
a) Pelo pecado original. O homem antes do pecado original
possuía o dom da integridade: Harmonia entre razão, vontade e
coração: “harmonia entre o animal, o anjo e o filho de Deus em
nós”.
b) Pelo ambiente em que vivemos. Nossa época caracteriza-se pelo
distanciamento de Deus, pela perda de sua orientação
sobrenatural. O material, o exterior passa a primeiro plano.
Chegou-se a um sexualismo: ver na mulher principalmente o
físico, o corporal. Há também uma perda crescente de pudor, de
delicadeza e dos valores protetores da pureza.
Influi nesta situação a carência de um autêntico amor nos lares
que leva os jovens a buscar amor em outra parte, apesar de que
emocional e psicologicamente não estão preparados e maduros para
isto.
O que é o corpo? O Padre Kentenich fundador do Movimento
Apostólico de Schoenstatt, aclara que “o corpo é espelho,
companheiro e instrumento da alma”.
a) Espelho ou expressão da alma: A alma manifesta-se através do
corpo, se expressa no exterior (no modo de pensar, sentir, atuar
ou vestir-se). As expressões exteriores sem conteúdo espiritual,
são expressões sem sentido (carícias sem verdadeiro amor). O que
faço, deve expressar o que sou (autenticidade)!
b) Companheiro da alma: Não podemos ter uma atitude de repulsa,
de mera convivência pacífica com o corpo ou desprezar o corpo,
mas tampouco podemos divinizá-lo num culto que não lhe
corresponde: Segundo o Padre Kentenich, a atitude adequada é o
cultivo do corpo. Tem que haver uma íntima relação: uma
valorização, um cuidado e uma responsabilidade com o corpo.
c) Instrumento da alma: Quando a alma quer atuar necessita do
corpo como instrumento. Mas o corpo deve estar dirigido pela
alma, é dizer pela razão e pela vontade. Não devem inverter-se
os papéis.
O cuidado com o corpo.
Tudo isto ilumina o cuidado que devemos dar ao corpo. O Padre
Kentenich diz que devemos tratá-lo com “amor respeitoso e com
sábia severidade”.
Com amor respeitoso porque é um templo de Deus, uma morada de
Deus, um Santuário. Em nós habita Deus, nosso corpo é uma
realidade consagrada.
Nosso corpo deve ser utilizado como lhe agrada ao Senhor.
Principalmente, devemos tratá-lo com respeito: por exemplo, não
brincar com ele, nem com os instintos; respeito no atuar, na
maneira de vestir-se, no modo de falar.
Isso tem suas consequências para a alimentação: comida sã e
adequada para a saúde de cada um, quantidade; para o descanso:
dormir suficiente, férias, esporte, etc.
Ademais, devemos tratar o corpo com sábia severidade. Pelo
pecado original rompeu-se a harmonia entre corpo e alma. O corpo
trata de impor-se a alma e de submetê-la a seus caprichos e
gostos. Isto exige que o tratemos com severidade, mas não em
forma autocrata, mas sábia e diplomaticamente.
Havemos de aplicar a lei do “agere contra” (atuar em contra):
fazer o contrário do que me ditam os instintos e impulsos. Fazer
sacrifícios que ajudam ao corpo a ser mais nobre e superar seus
caprichos: preguiça, gula, tendência a gozar em excesso,
comodidade, menor esforço, mania de calmantes, escravidão do
cigarro, etc. Havemos de buscar nosso ponto débil nesse sentido
e não perdê-lo nunca de vista.
Perguntas para a reflexão
1. Cuido do meu corpo, como o cuido?
2. Quais são minhas debilidades?
3. A que posso renunciar para fortalecer minha vontade?
Se deseja subscrever, comentar o texto ou dar seu testemunho,
escreva para: pn.reflexiones@gmail.com |
|
|
|
|
|
voltar |
|
 |
Terço dos
Homens, uma campanha em prol das famílias do Brasil e do mundo.
Participe sempre e convide um amigo. |
 |
|