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A
Intermediação de Maria Mãe de Deus, e nossa, para nos levar ao
Cordeiro de Deus |
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Família: construamos o Reino de Deus |
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É um chamado a
construí-lo no meio deste mundo, reflexo fiel do Reino celestial.
Nossa atitude fundamental há de ser a de Cristo: “Eis que venho para
fazer a tua vontade” (Hb. 10 9). A busca permanente da vontade do
Pai modela um homem dinâmico como um desafio a lutar por um mundo
digno do Pai, onde reinam a fraternidade, a verdade, a justiça e a
paz.
Este é o exemplo que nos deu Jesus Cristo. Ele não se refugia na
intimidade com o Pai. Esta mesma intimidade o impulsiona a
comprometer-se com todos os interesses do Pai. Para a construção do
Reino de Deus se entrega plenamente: o anuncia e dá testemunho, o
institui e semeia nas almas, e por ele sofre e morre na cruz.
Um herói é quem consagra sua vida a algo grande. Lembremos que a
grandeza ou a miséria da vida de um homem não se mede por suas
habilidades, nem por seus limites, mas pela magnitude da obra a que
se consagra.
Agora, o que significa concretamente para nós consagrar a vida ao
Reino do Pai? Significa dar tudo por ele, deixar de lado o próprio
eu, os estados de animo, a comodidade.
Significa também entregar os critérios próprios, tão limitados, e
fazer seus os critérios de Deus Pai, que são infinitamente sábios e
cheios de amor paternal.
Se, pensamos na família, significa concretamente que o primeiro
campo e o prioritário onde havemos de construir o Reino de Deus é o
próprio lar: transformar o matrimônio num “matrimônio santo”, educar
aos filhos nos grandes valores do Reino, etc.
Em casa, no fundo, intervêm a santidade e a formação de um mundo
novo. Ali aprendemos e vivemos a filiação, a paternidade e a
fraternidade.
Ali começamos a compartilhar responsabilidades e a nos comprometer.
Desde ali nos sentimos impulsionados para conquistar o mundo.
Família, escola do apostolado. Uma das tarefas de pais é infundir em
seus filhos a consciência de sua própria vocação apostólica. Na
medida em que cresçam, havemos de fazê-los participar em nossas
obras apostólicas.
Temos que educar nossos filhos para que sejam mais agressivos em
suas convicções. Têm que superar o temor humano que rouba a
liberdade interior e descuida da possibilidade de ajudar. O lema
deve ser: ou conquistamos ou somos conquistados! Em nossa educação
não devemos separar nunca pensamento e ação, fé e obras. Ser cristão
não é só “ir à igreja”: isto seria esterilizar o cristianismo,
torná-lo antipático aos jovens, convertê-lo em relíquia de museu.
É o perigo da família “light” cujos membros têm uma fé débil, sem
medula e sem força. É o lar albergue, onde se reúnem apenas para
comer e dormir; onde não florescem conversações espirituais; onde se
morre de aborrecimento; onde a única preocupação é que os filhos
obtenham seu diploma ou título e que se casem vantajosamente. O
verdadeiro cristão é ação, no repouso; é vida, não morte; é fogo,
não gelo.
Nossas famílias devem ser gérmenes da Igreja do futuro e de uma nova
ordem social. E o serão, além de nós, através de nossos filhos que
serão os grandes construtores de um amanhã melhor.
Perguntas para a reflexão
1. Que tarefas apostólicas eu estou desenvolvendo?
2. Que tarefa apostólica eu realizo com minha família?
3. Que ações eu posso desenvolver?
Se desejar subscrever, comentar o texto ou dar seu testemunho,
escreva para: pn.reflexiones@gmail.com |
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Terço dos
Homens, uma campanha em prol das famílias do Brasil e do mundo.
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