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A
Intermediação de Maria Mãe de Deus, e nossa, para nos levar ao
Cordeiro de Deus |
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Podemos
distinguir alguns meios diferentes.
1. O apostolado da palavra. A palavra põe nome ao que um modo de
viver sugere. Propõe abertamente o sentido que se dá a vida e que se
manifestou no testemunho. É uma palavra que para ser realmente
apostólica, deve ser respeitosa, compreensível, fundamentada.
O testemunho mais belo se revelará com o tempo impotente, se não é
esclarecido, justificado, explicitado, nos ensina Pablo VI em uma de
suas encíclicas. E nós somos cristãos porque um dia nos chegou essa
palavra esclarecedora. E por gratidão nós também devemos dirigir
essa palavra, num momento dado, a irmãos que estão buscando,
consciente ou inconscientemente, o sentido de sua vida.
2. O apostolado da ação. São principalmente três campos que se nos
oferecem para isso: nossa comunidade, a Igreja e o mundo.
2.1 A construção de nossa comunidade é uma prioridade para nós. O
melhor serviço que poderemos prestar a nossa Igreja consistirá em
criar uma comunidade pujante, numerosa, missioneira. E isso exige
dedicação e entrega constante.
Pessoalmente estou convencido de que alguns de nós fazemos muitas
coisas e, entre elas, participamos também de nossa comunidade.
Alguns, talvez, fazem o urgente e já não lhes sobra tempo e força
para fazer o importante.
Outros não são capazes de dizer o “não apostólico”. Provavelmente
nos falte uma clara escala de valores. Não seria essa a oportunidade
para que cada um ou cada matrimônio faça uma lista de suas
prioridades pessoais?
2.2 Outro campo apostólico é a Igreja. Queremos ser coração da
Igreja.
Creio que cedo ou tarde vamos ter que desenvolver também uma
estratégia apostólica. Nosso apostolado não pode ser fruto somente
de gostos ou vocações pessoais, mas também tem que responder a
necessidades maiores e amplas.
Temos que estar dispostos a isso, se for preciso. Pensemos p.ex. na
possibilidade de assumir algum dia a responsabilidade por um
instituto de pastoral familiar, etc.
2.3 O outro campo é o mundo, campo mais específico dos leigos. Somos
chamados a transformar o mundo, a transformar nossa pátria. Deus,
através de nós, quer criar uma nova ordem social. Temos a
responsabilidade de trabalhar e lutar para que nossa terra chegue a
ser um pedaço de céu.
O mundo da política, o social, a economia, a cultura e as artes e
outras realidades abertas ao apostolado nos esperam.
3. Um último meio, além da palavra e da ação, é o apostolado da
oração e do sofrimento. É um apostolado que todos podem realizar.
Em alguns momentos é o único apostolado eficaz e fecundo. De
qualquer maneira deveria acompanhar sempre nossas ações apostólicas
externas. Mas me dá a sensação que nos custa muito mais que a ação.
Estamos longe ainda de ser mestres da oração e do sacrifício.
4. Um passo mais. No nível familiar, havemos de buscar, talvez,
formas de apostolado comunitário no quais todos os membros possam
ajudar. Assim a família vai se convertendo numa escola de apóstolos
e num pequeno Cenáculo, desde o qual cada um é enviado a assumir
seus compromissos apostólicos pessoais na Igreja e no mundo. Para
isso, nosso lar tem um papel decisivo: como lugar de arraigo e de
apoio, como lugar de formação e transformação, como lugar de envio
apostólico.
Perguntas para a reflexão
1. Que apostolado estou realizando atualmente?
2. Que tipo de apostolado gostaria de fazer?
3. Como posso mudar meu ambiente?
Se desejar subscrever, comentar o texto ou dar seu testemunho,
escreva para: pn.reflexiones@gmail.com |
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Terço dos
Homens, uma campanha em prol das famílias do Brasil e do mundo.
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