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A
Santa Missão de Nossa Senhora em prol da Família |
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| O Schoenstatiano Light e o de Ouro |
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Primeiro uma breve
descrição do homem light, que se parece muito a esses produtos light que estão de moda
ultimamente:
* É um homem bem informado mais de escassa educação humana. Sua meta é a vida fácil e
cômoda; suas aspirações são o dinheiro, o êxito, o bem estar e o prazer; trata de
conseguir-los sem restrições morais.
* Suas opiniões mudam permanentemente, suas normas de conduta dependem do que
está de moda. É um sujeito superficial, frívolo e vazio. É um homem sem compromissos
sérios; que vive unicamente para si mesmo.
Não me estranharia se estivéssemos contagiados destas tendências tão nefastas. Neste
caso aplicaríamos o dito ao Schoenstattiano light.
Para que lhes digo isso? Permitirá-nos ajudar a nossos filhos em sua difícil luta
contra as influencias destrutivas do mundo de hoje.
O contrário é o Schoenstattiano de ouro: que características há de ter? Para entender
melhor a idéia, vamos ver o que pensa o Padre Fundador sobre os schoenstattianos de ferro
e de prata.
O schoenstattiano de ferro procura cumprir com seus deveres fundamentais, mas não tem
força para o sacrifício e a renuncia. Vive num estado de tibieza e superficialidade Não
é guiado pela razão, sim por seus sentidos e instintos: seus olhos têm que ver tudo.
Seus ouvidos têm que escutar tudo, saber das últimas novidades, tem que comer tudo o que
encontra.
Luta para evitar o pecado grave, mas está em perigo permanente de cair diante das
tentações do mundo, da carne e dos sentidos.
Assim, o schoenstattiano de ferro é parente muito próximo do homem light, cujo ideal é
do mínimo esforço e da máxima comodidade. E percebemos que não estamos tão alheios a
este tipo de pessoa.
A imagem que o caracteriza é o avestruz. É o homem tão preso a terra que não
pode elevar-se, voar para as alturas.
O schoenstattiano de prata é uma pessoa ativa, apostólica, espiritual, entregada. O
schoenstattiano de prata sim tem força de sacrifício e renuncia. Mas o que o move no
mais íntimo são motivações naturais: a ambição, a vaidade, o egoísmo, o desejo de
ser reconhecido e admirado. Seu próprio eu está ainda no centro. Penso que muitos de
nós nos movemos ainda neste nível do schoenstattiano de prata. Custa-nos dar o último
passo, aniquilar o egoísmo em nosso coração e em nossa vida.
O homem de prata está personificado na galinha. Já pode revoar, elevar-se um pouco da
terra, aspirar alto de vez em quando.
O schoenstattiano de ouro é o homem de um nível superior, que está enraizado totalmente
no mundo de Deus. Entregou seu entendimento, sua vontade e seu coração inteiramente a
Deus. Seu lema é fazer apenas o que agrada ao Pai. Esqueceu-se de si mesmo e olha o mundo
com os olhos de Deus. O Schoenstattiano de ouro quer que Deus seja o timoneiro de sua
vida. Conhece um só pensamento: a vontade de Deus, também em dor e cruz. Por isso diz o
Padre que o Schoenstattiano de ouro se faz realidade quando toma em sério sua cruz,
quando começa a viver-la na sua vida cotidiana.
O animal que caracteriza o homem de ouro é a águia. Eleva-se ele por cima desta terra,
aspira ao mais alto, está perto de Deus.
Irmãos, todos estamos em caminho, aspiramos e lutamos por este alto ideal. Algum dia
chegaremos a ser uma comunidade de Schoenstattianos de ouro.
Perguntas para a reflexão:
1. Ferro, prata e ouro
em qual estou?
2. É difícil para mim o sacrifício e a renuncia?
3. Darei a Deus o timão de minha vida?
Se deseja comentar o texto ou dar seu testemunho, escreva para: pn.reflexiones@gmail.com
Tradução: Lena Barros de Ortiz. União de Familias no Paraguay |
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Terço dos
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