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A
Santa Missão de Nossa Senhora em prol da Família |
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| Os Enfermos Prediletos do Senhor |
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Ao falar sobre o sacramento
dos enfermos constatamos uma realidade: Nós, católicos pouco nos preocupamos
religiosamente de nossos enfermos. Se nos preocupamos materialmente: chamamos o médico,
os levamos ao hospital, etc. Mas ao sacerdote, não o chamamos. Pelo menos enquanto o
enfermo não estiver para morrer. Porque poderia morrer de susto quando visse entrar o
sacerdote.
Muitos pensamos que ao sacerdote se chama somente para despedir oficialmente aos
moribundos. E, por isso, esperamos o último momento, quando o enfermo já está
inconsciente. E já não vê que vão rezar por ele.
Assim, à necessidade de ajuda religiosa ao enfermo consciente, passamos por alto.
É aí aonde nos superam os irmãos separados, que atendem muito melhor a seus enfermos.
Penso que em parte fazemos isso por ignorância. Porque não sabemos que a unção
dos enfermos" é como seu nome indica para os enfermos. Para todos os
acometidos de alguma enfermidade grave ou muito prolongada, mas sem necessidade que
estejam em perigo de morte ou próximos a agonizar.
O sentido deste sacramento é pedir a força de Deus seu espírito de
fortaleza tanto para a alma como para o corpo do enfermo.
No rito deste sacramento, a Igreja expressa sua fé em que Deus vence não somente o
pecado, senão também suas conseqüências exteriores e físicas. Por isso, é o grande
sacramento da esperança. Nos exige crer que Cristo possui o poder de alterar o curso de
uma enfermidade e de fazer milagres.
Não obstante o falado, a finalidade principal do sacramento e o que sempre se
produz é a finalidade espiritual: o perdão dos pecados, o consolo e
fortalecimento interior do enfermo.
Este sacramento o ajuda a descobrir o sentido profundo e purificador de sua enfermidade:
a unir suas dores a paixão redentora de Jesus;
a crescer na confiança e esperança cristãs.
A saúde física é uma finalidade secundária que também se pede, mas, apelando para a
livre bondade de Deus.
Ele pode concedê-lo. E temos que crer nisso. Mas não se deve entender o sacramento como
um rito mágico que obrigue a Deus ao milagre.
Maria, com seu sentimento para o amor pessoal, nos ajuda a descobrir o valor único que
cada ser humano tem para Deus e também cada enfermo apenas pelo fato de ser
pessoa e filho seu.
Em nossa sociedade moderna, os enfermos são considerados, muitas vezes, como um
estorvo. Porque incomodam, roubam tempo e dinheiro, não produzem nada. Até entre os
próprios cristãos se sente algo dessa atitude utilitarista: São poucos os que querem
dedicar-se ao apostolado dos enfermos.
Por último, a Sma. Virgem nos mostra, a luz da fé, a força salvadora que possui
a dor: como força purificadora, como poder de súplica e redenção. Porque com súplicas
e dor que Ela compartiu generosamente seu Filho salvou ao mundo inteiro.
Os enfermos, precisamente porque sofrem e também porque tem muito tempo para rezar
longe de ser um estorvo, deveriam ser considerados como o tesouro da Igreja e de
cada família cristã, como os irmãos prediletos do Senhor.
Maria sabe que uma Igreja que não se dedique com amor a seus enfermos, não pode ser a
Igreja de Deus, daquele Deus que vinha anunciar a Boa Nova aos pobres e a libertar os
oprimidos. Porque Jesus contou sempre com os enfermos e os que sofrem entre seus
prediletos.
Que a Mater, desde seu Santuário, nos dê a graça de saber valorizar e amar a nossos
enfermos, assim como seu Filho Jesus Cristo o fez.
Perguntas para reflexão
1. Tenho fé em uma cura milagrosa?
2. Qual é minha atitude ante os enfermos?
3. Conheço em que consiste o apostolado dos enfermos?
Se deseja comentar o texto ou dar seu testemunho, escreva a: pn.reflexiones@gmail.com |
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Terço dos
Homens, uma campanha em prol das famílias do Brasil e do mundo.
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