A Intermediação de Maria Mãe dos Homens
para nos levar ao Cordeiro de Deus

'O ROSÁRIO É A VIDA DE CRISTO CONTEMPLADA COM O OLHAR DE MARIA'
"
Maria é aquela que nos acompanha na escuridão da noite até o clarear do novo dia”

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Criado em 30 de março de 2005

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75 ANOS DE GRAÇAS E BÊNÇÃOS no Brasil e no mundo

LITURGIA DIÁRIA

PÁGINA INICIAL

Liturgia Diária - tirada dos sites: leituras do www.catolicanet.com., , do www.cnbb.org.br, da Liturgia Diária e reflexões do www.claret.com.br
05/02/12 - 5º Domingo do Tempo Comum - verde - se após as Leituras desejar rezar o Terço (Rosário) reze os Mistérios Gloriosos - clique
Oração da Manhã
Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Senhor Deus, nosso Pai, nós cremos em vos, nós esperamos em vos, nós confiamos em vos e nós vos amamos. Nós vos agradecemos este dia que começa e vos damos graças, por que estamos com vida e vos oferecemos este dia com todas as nossas alegrias e sofrimentos, com todos os nossos trabalhos e divertimentos. Guardai-nos do pecado e fazei de nós um instrumento de vossa paz e de vosso amor. Ajudai-nos a observar vossos mandamentos e dai-nos a sabedoria e as condições necessárias para trabalharmos por vós.

Amém.
Introdução
- Reunidos com Jesus, queremos fortalecer o compromisso com todos os doentes e com aqueles que atuam na área de saúde. A páscoa de Jesus se manifesta no coração das pessoas e dos grupos que se empenham para evitar a doença e devolver o bem estar aos sofredores.
Antífona da entrada
- Entrai, inclinai-vos e prostrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois Ele é o nosso Deus (Sl. 94, 6s)
Liturgia a Palavra - Deus nos fala
- A vida do ser humano é uma constante luta para se defender das tribulações; abandono, sofrimento, desilusões, doenças. Jesus é nosso consolo também nesses momentos.
Primeira Leitura: Jó 7, 1-4. 6-7 - Encho-me de sofrimentos até ao anoitecer
Leitura do Livro de Jó

E Jó disse:
1'não é acaso uma luta a vida do homem sobre a terra? Seus dias não são como dias de um mercenário?
2Como um escravo suspira pela sombra, como um assalariado aguarda sua paga,
3assim tive por ganho meses de decepção, e couberam-me noites de sofrimento.
4Se me deito, penso: quando poderei levantar-me? E, ao amanhecer, espero novamente a tarde e me encho de sofrimentos até ao anoitecer.
6Meus dias correm mais rápido do que a lançadeira do tear e se consomem sem esperança.
7Lembra-te de que minha vida é apenas um sopro e meus olhos não voltarão a ver a felicidade!


- Palavra do Senhor
- Graças a Deus
Responsório: Sl. 146
R.Louvai a Deus, porque ele é bom e conforta os corações.

R.Louvai a Deus, porque ele é bom e conforta os corações.

1. Louvai o Senhor Deus, porque ele é bom,  / cantai ao nosso Deus, porque é suave: / ele é digno de louvor, ele o merece! / O Senhor reconstruiu Jerusalém, / e os dispersos de Israel juntou de novo. - R.

2. Ele conforta os corações despedaçados, / ele enfaixa suas feridas e as cura; / fixa o número de todas as estrelas / e chama a cada uma por seu nome. - R.

3. É grande e onipotente o nosso Deus, / seu saber não tem medida nem limites. / O Senhor Deus é o amparo dos humildes, / mas dobra até o chão os que são ímpios. – R
Segunda Leitura: Cor.  9, 16-19. 22-23 - Ai de mim, se eu não pregar o Evangelho

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios

Irmãos:
16pregar o evangelho não é para mim motivo de glória. É antes uma necessidade para mim, uma imposição. Ai de mim se eu não pregar o evangelho!
17Se eu exercesse minha função de pregador por iniciativa própria, eu teria direito a salário. Mas, como a iniciativa não é minha, trata-se de um encargo que me foi confiado.
18Em que consiste então o meu salário? Em pregar o evangelho, oferecendo-o de graça, sem usar os direitos que o evangelho me dá.
19Assim, livre em relação a todos, eu me tornei escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível.
22Com os fracos, eu me fiz fraco, para ganhar os fracos. Com todos, eu me fiz tudo, para certamente salvar alguns.
23Por causa do evangelho eu faço tudo, para ter parte nele.


- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus!

Aclamação
- Aleluia, aleluia, aleluia! (bis)
- Cristo tomou sobre si nossas dores, carregou em seu corpo as nossas fraquezas (Mt. 8, 17)
Evangelho: Mc. 1, 29-39 - Curou muitas pessoas de diversas doenças - homilia ao vivo
- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
- Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Marcos
- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo:
29Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, para a casa de Simão e André.
30A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus.
31E ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se. Então, a febre desapareceu; e ela começou a servi-los.
32É tarde, depois do pôr-do-sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio.
33A cidade inteira se reuniu em frente da casa.
34Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem ele era.
35De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto.
36Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus.
37Quando o encontraram, disseram: 'todos estão te procurando'.
38Jesus respondeu: 'vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim'.
39E andava por toda a Galiléia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios.


- Palavras da Salvação
- Glória a vós Senhor

Reflexão do site www.claret.com.br: Jesus cura a sogra de Pedro e outros enfermos
A leitura apresenta Jó mergulhado em um grande sofrimento. Diante de seus amigos abre o coração e manifesta sua desilusão. Eles, que defendem uma teologia distante da vida, não podem compreender a queixa de seu amigo nem acompanhá-lo plenamente em sua dor.

O grito de Jó está presente na vida diária de muitos homens e mulheres em todos os rincões do planeta, que enfrentam uma vida de luta e dificuldade. Jó compara sua existência com a via de um “mercenário”, quem vende sua força de trabalho por dinheiro em causas que não são suas e se cansa por empreendimentos que não ama.

O livro de Jó, como sabemos, é uma jóia literária dentro da Bíblia hebraica (na qual está baseado o nosso Novo Testamento). É uma reflexão sapiencial sobre esse problema insolúvel, ou melhor, sobre esse mistério eterno que é o “mal”. O mistério do mal é uma presença injustificada no mundo.

O mistério do mal poderia ser uma justificativa para quem poderia ser responsabilizado pela existência do mal: Deus poderia ser responsabilizado pela sua presença? Porém, a “teodiceia” apenas mostra a existência de Deus, quer dizer, “justifica” a Deus, como a própria etimologia da palavra expressa.

O importante no livro de Jó não são os “dados históricos”, que não existem. Na verdade, o livro de Jô não é um livro histórico, nem suas respostas são de tipo explicativo que gostaríamos ouvir sobre a questão da dor humana, hoje absolutamente ultrapassadas, mas o que importa é a sabedoria de suas reflexões.

A ciência avança a cada dia. Não teria sentido hoje estudar a ótica na obra de Newton, mesmo que ele tenha sido um de seus fundadores, pois sua obra está hoje cientificamente ultrapassada. Porém, nem sempre avançamos diariamente em sabedoria, que não está no mesmo plano da ciência. Hoje a humanidade continua vivendo da sabedoria de personagens como Confúcio, Buda, Sócrates, Jesus... Na realidade, não avançamos naquela sabedoria fundamental adquirida faz três mil anos... Essa constatação nos permite escutar e ler o livro de Jó.

Paulo, de maneira parecida a Jó, entra em uma discussão acalorada com seus interlocutores da comunidade de Corinto. Grupos contrários ao seu modo de pensar o criticam e questionam sua autoridade (v. 3). Paulo responde fazendo uma defesa pessoal e radical de sua missão, e declara sua absoluta liberdade frente a toda manipulação de poder humano.

Não se declara membro de um movimento ou representante de alguma instituição, mas um homem “obrigado a cumprir uma tarefa”. No império Romano era comum a prática do clientelismo, no qual o benfeitor se convertia em patrão de quem recebia seus benefícios. O apóstolo deseja deixar claro a pureza de sua mensagem. Ele não está se vendendo a ninguém “cliente”, nem é moldado por nenhum interesse pessoal (v. 18-18).

Esta liberdade em Cristo, permite ao apóstolo ser um servidor dos demais. Não teme moldar-se às condições de vida dos destinatários de sua mensagem: judeus, seguidores da lei, rebeldes e fragilizados. Paulo anuncia assim o Evangelho da liberdade, que não compactua com a rigidez, nem faz o jogo de nenhum interesse particular ou sectário, mas que é capaz de entrar em dialogo com a diferença e de chegar a “todas” as realidades humanas, como uma Boa Noticia do amor de Deus.

Isto é precisamente o que faz Jesus no evangelho de Marcos: entrar na vida das pessoas, ser um deles em seu cotidiano. No domingo passado vimos Jesus curando um endemoninhado. Hoje o acompanhamos com Simão e André na casa de Pedro. A casa, o lugar íntimo onde se partilha o teto e a mesa. Aí se encontra com uma anciã doente, a sogra de Pedro. Jesus se aproxima, toma-a pela mão e ela se levanta. Um gesto simples: aproximar-se e tomar a pessoa pela mão faz o milagre de recuperar a mulher. O melhor de tudo é a cura não é somente da saúde, mas também a capacidade de servir. Ao entardecer, muitos vieram buscá-lo, conforme relata o evangelista, pois Jesus continuava curando.

Era comum na época de Jesus que os enfermos fossem considerados malditos ou possessos por espíritos maus, rejeitados, excluídos. Ninguém se atrevia aproximar-se deles. Jesus, ao contrario, se entrega com amor e dedicação ao seu cuidado, fazendo-se servidor.

A prática da cura, a luta contra o mal, isto é, a práxis libertadora do ser humano... é a prática habitual de Jesus. Tão importante como fazer o bem, é evitar o mal, é lutar contra ele: dar a vida em defesa da paz, saúde, bem-estar, felicidade... a todos os carentes dessas realidades. Ser cristão é, entre outras muitas coisas, lutar contra o mal, não ficar de braços cruzados ou ensimesmados nos próprios assuntos, quando vivemos em um mundo com as cifras tenebrosas de pobreza e miséria que hoje padecemos.

“Anunciar hoje o Reino” não é questão somente de palavras; exige simultaneamente compromisso. A “evangelização” hoje será como a de Jesus. O “anuncio” da boa noticia não é simplesmente transmitir informação... mas fazer, construir, lutar contra o mal; curar, reabilitar os irmãos, colocar-se a seu serviço, acompanhar e dignificar a vida como manifestação da mão criadora de Deus.

Oração

Pai criador, escuta e atende os clamores da humanidade. Em Jesus nos mostraste o projeto de bondade e liberdade para teus filhos e filhas. Faze de nós pessoas de fé audazes, livres de todo afã de domínio ou ganância e que saibamos ser servidores de todos, especialmente de teus filhos sós e abandonados. Que sejamos construtores de um mundo sem exclusões. Que todos tenhamos igual dignidade e iguais oportunidades. Que os sofredores possam um dia levantar-se e realizar-se e alcançar plena paz e bem-estar. Tu que vives e amas pelos séculos dos séculos.

Amém.
2ª Reflexão feita por: Rev. D. Francesc CATARINEU i Vilageliu (Sabadell, Barcelona, Espanha)
«Todos te procuram»

Hoje contemplamos a Jesus em Cafarnaum, centro do seu ministério, e concretamente em casa de Simão Pedro: «logo que saíram da sinagoga, foram (...) para a casa de Simão e André» (Mc. 1, 29). Lá encontra a sua família, a de aqueles que escutam a Palavra e a cumprem (cf. Lc. 8, 21). A sogra de Pedro está doente em cama e Ele, com um gesto que ultrapassa a anedota, lhe dá a mão, levanta-a da sua prostração e a devolve ao serviço.

Aproxima-se aos pobres doentes que lhe levam e os cura apenas alargando a mão; somente com um breve contacto com Ele, que é fonte de vida, são salvados - liberados.

Todos procuram a Cristo, alguns de uma maneira expressa e esforçada, outros não são conscientes disso, já que «nosso coração está inquieto e não encontra descanso até que descansa nele» (São Agustinho).

Mas, assim como nós o procuramos porque necessitamos que nos livre do mal e do maligno, Ele se nos acerca para fazer possível aquilo que nunca poderíamos conseguir sozinhos. Ele fez-nos frágeis para ganhar-nos a nós, «fez-se todo para todos para ganhar ao menos alguns» (1ª Cor. 9, 22).

Há uma mão aberta que nos espera quando nos sentimos cansados por tantos males; temos bastante com abrir a nossa e nos encontraremos de pé e renovados para o serviço. Podemos “abrir” a mão mediante a oração, tomando o exemplo do Senhor: «de madrugada, quando ainda estava bem escuro, Jesus se levantou e saiu rumo a um lugar deserto. Lá ele orava» (Mc. 1, 35).

Além disso, a Eucaristia de cada domingo é o encontro com o Senhor que vem a levantar-nos do pecado da rotina e do desânimo para fazer de nós testemunhos vivos de um encontro que nos renova constantemente e que faz-nos livres de verdade com Jesus Cristo.
3ª Reflexão feita por: Jean Tauler (c. 1300-1361), dominicano em Estrasburgo - Sermão 15, para a véspera dos Ramos
«Jesus foi para um lugar solitário e ali Se pôs em oração»

Quando o Filho de Deus «levantando os olhos ao céu disse: 'Pai, glorifica o Teu Filho'» (Jo. 17, 1), ensinou-nos através desta ação que devemos levantar bem alto todos os nossos sentidos, as nossas mãos, as nossas faculdades, a nossa alma, e rezar n'Ele, com Ele e por Ele. Eis a obra melhor e mais santa que o Filho de Deus realizou na terra: adorar seu bem amado Pai. Mas isto ultrapassa em muito qualquer raciocínio, e não conseguimos de maneira nenhuma alcançá-lo e compreendê-lo se não for no Espírito Santo. Santo Agostinho e Santo Anselmo dizem-nos que a oração é «uma elevação da alma para Deus». [...]

Eu digo-te apenas isto: liberta-te de ti mesmo e de todas as coisas criadas, e eleva plenamente a tua alma para Deus, acima de todas as criaturas, no abismo profundo. Mergulha o teu espírito no espírito de Deus com verdadeiro abandono [...], numa verdadeira união com Deus. [...] Pede a Deus tudo o que Ele quer que lhe seja pedido, o que tu desejas e o que os homens desejam de ti. E acredita nisto: aquilo que uma pequena e insignificante moeda é, comparada com cem mil moedas de ouro, eis o que é toda a oração externa, comparada com esta oração que é uma verdadeira união com Deus, com esta fusão do espírito criado no espírito incriado de Deus. [...]

Se te pediram uma oração, é bom que a faças de maneira exterior, como te pediram e como tu te comprometeste a fazer. Mas ao fazê-lo leva a tua alma para as alturas e para o deserto interior, conduz para aí todo o teu rebanho como Moisés (Ex. 3, 1). [...] «Os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai em espírito e verdade» (Jo. 4, 23). É nesta oração interior que se completam todas as práticas, todas as fórmulas e todos os tipos de oração que, desde Adão até agora, foram oferecidos, e que serão oferecidos até ao último dia. Tudo isto é levado à sua perfeição num instante, neste recolhimento verdadeiro e essencial.
Profissão de Fé 
Creio em Deus Pai todo-poderoso, / criador do céu e da terra. / E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, / que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; / nasceu da Virgem Maria; / padeceu sob Pôncio Pilatos, / foi crucificado, morto e sepultado. / Desceu à mansão dos mortos, / ressuscitou ao terceiro dia, / subiu aos céus; / está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, / donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. / Creio no Espírito Santo; / na Santa Igreja Católica; / na comunhão dos santos; / na remissão dos pecados; / na ressurreição da carne; / na vida eterna.
Amém.
Preces dos Fiéis
Pr. - Na ida passamos por alegrias e tristezas, mas o importante é buscar felicidade verdadeira sem sombras, amor sem ilusões. No fim de cada prece digamos

As. - Senhor, ajudai-nos a amar e nos comprometer

1. Com a Igreja que denuncia as injustiças e a corrupção, digamos

2. Com os ministros ordenados e os leigos que evangelizam, digamos
 
3. Com os ministros da saúde que levam esperança aos doentes, digamos

4. Com as pessoas e instituições que se empenham em restituir a saúde, digamos

5. Com os doentes da nossa comunidade, digamos

Intenções pessoais

Pr. - Senhor Jesus, quando caminháveis pelas estradas deste mundo, as multidões acorriam a vós para ouvir vossa palavra e ser libertas dos males. Concedei à vossa Igreja continuar essa missão entre os pobres e os que sofrem. Vós que viveis e reinais para sempre.

Amém.

 O Terço (Rosário) dos Homens não exige nada e não cobra nada da vida pessoal dos seus participantes, o que faz com que seus membros se sintam livres, e a liberdade dá ao homem o poder de ser aquilo que ele deseja ser, daí as transformações se sucederem de modo espontâneo causado pelo contato que os mesmos passam a ter com Deus por intercessão de Maria Santíssima que sempre foi e será nossa Mãe.

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