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O Primeiro - o número 1 na Internet.-
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Criado em 30 de março de 2005 |
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que é o mesmo
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Este site apresenta, com exclusividade, o Terço dos
Homens rezado nas suas origens pelo primeiro tesoureiro,
um dos fundadores do grupo.
Sr. Manoel Pedral, falecido à mais de 40anos -
ouçam
89 ANOS DE GRAÇAS E
BÊNÇÃOS
no Brasil e no mundo
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- 22 - Santa Maria Madalena |
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- Quanto à primeira
introdução do cristianismo nas Gálias, os sentimentos
variaram na França, por dois séculos. Até então,
tinha-se acreditado, como aliás por toda parte, que o
cristianismo tinha sido pregado na Gália meridional por
São Lázaro, primeiro Bispo de Marselha, por suas duas
irmãs Santa Marta e Santa Maria Madalena, e por São
Maximino, um dos setenta discípulos, primeiro Bispo de
Aix.
Pelo fim do século dezessete, em seguida, e por
autoridade de Launoy, doutor suspeito e temerário, certo
número de escritores, mais ou menos infectos de
jansenismo, fazendo-se eco uns dos outros, propuseram e
afirmaram que aquela tradição comum e antiga sobre a
primeira introdução do cristianismo nas Gálias era falsa
e inventada depois do século décimo. Católicos mesmos,
sem a considerar com mais atenção, repetiam o que ouviam
dizer. Tornou-se opinião dominante na França essa, de
que falamos. Puseram-se a mudar a tradição dos
breviários e dos missais, tanto em Paris como em outras
dioceses. Santa Maria Madalena não era mais uma e a
mesma; foi dividida em três pessoas, a mulher pecadora e
penitente, Maria, irmã de Lázaro e enfim Maria Madalena
da qual o Salvador tinha expulsado sete demônios. A
chegada de Lázaro e de suas duas irmãs à Provença foi
declarada como não acontecida. A missão apostólica dos
sete primeiros Bispos foi retardada de mais de dois
séculos. Tudo, porque tal era a opinião de Launoy e de
seus sequazes, que caminhavam mais ou menos nas pegadas
de Lutero e de Calvino. Entretanto, a Igreja romana, no
seu breviário como no missal e no martirológio, e em
seus escritos mais certos, conservava a antiga tradição,
aliás, honrosa para a França.
Hoje, em 1848, um Padre francês, o Padre Faillon da
Congregação de São Suplício, demonstrou, por muitos
documentos ou monumentos inéditos ou pouco comuns, que a
Igreja romana tinha razão e que os liturgistas franceses
erraram em subverter tão precipitadamente sua Liturgia e
antiga tradição, ante autoridades e argumentos mais
mesquinhos uns que os outros.
Ele prova primeiro que Santa Maria Madalena, Maria, irmã
de Lázaro e a pecadora penitente, são uma e a mesma
pessoa. Prova-o pela tradição primitiva, perpétua e
geral dos gregos e dos latinos. Entre os gregos, exceto
dois ou três Padres que, de passagem, admitem ou supõem
várias pessoas, a unidade foi reconhecida e ensinada por
todos os outros, principalmente por aqueles que trataram
da questão de uma maneira mais expressa: Amônio Sacas,
mestre de Orígenes, e Eusébio de Cesareia. Orígenes por
primeiro imaginou várias mulheres em lugar de uma só.
Ainda não está bem de acordo consigo mesmo. Reconhece
até duas vezes que muitos intérpretes do Evangelho falam
somente de uma mulher. Num lugar supõe três ou mesmo
quatro, persuadido de que era esse o meio de se
resolverem mais facilmente as objeções de Celso. Aliás,
admite três; mais adiante, somente duas; enfim, há uma
passagem onde parece admitir apenas uma. Também Orígenes
foi citado pró e contra as distinções. São Crisóstomo
acha que todos os evangelistas parecem falar de uma só
pessoa; em sua opinião particular, distingue duas, e
mesmo várias pecadoras. Eis os dois Padres gregos que se
afastam do sentimento antigo e comum. Santo Efrem,
Diácono da Igreja de Edessa, na Síria, vivia no século
IV. Como seus escritos eram lidos publicamente depois da
Sagrada Escritura, seu parecer pode ser considerado como
o da Síria inteira. Ora, diz positivamente que a
pecadora penitente, Maria, irmã de Lázaro e Maria
Madalena, possessa de sete demônios, é uma e mesma
pessoa, que depois de uma vida escandalosa, mereceu ser
associada aos apóstolos e evangelistas, por anunciar a
ressurreição do Salvador. Quanto à tradição da Igreja
latina, o autor faz ver que os Padres latinos supõem
todos, sem exceção, que Maria Madalena é a mesma irmã de
Marta ou a pecadora. Enfim, por um trabalho tão
edificante como interessante, expõe a aplicação
alegórica que os santos doutores fazem das diversas
ações da pecadora, de Maria, irmã de Lázaro, e de Maria
Madalena, à gentilidade, antes pecadora, depois
penitente, depois mais santamente dedicada, como de uma
só e mesma pessoa.
Eis agora particularidades que se nos apresentam sobre
Maria Madalena: foi aquela pecadora que banhou os pés do
Senhor com suas lágrimas e com os cabelos os enxugava;
beijava-os e ungia-os com um perfume. Maria Madalena foi
reconhecida como aquela de quem o Senhor expulsou sete
demônios e que o acompanhava, junto de outras mulheres,
com seus doze discípulos, ajudando-os a se manter em
suas missões de cidade em cidade, com os cuidados
próprios das mulheres da época. Maria Madalena também é
reconhecida como aquela que estando em casa com sua irmã
Marta, recebe Jesus e fica aos seus pés escutando-o
enquanto a irmã, entre as panelas trabalha. Maria
Madalena é também reconhecida no Santo Evangelho como
aquela que fica junto da irmã Marta, após ter perdido o
irmão delas, Lázaro. Maria chora e reclama ao Senhor que
se Ele estivesse estado junto deles, o irmão não teria
falecido. Então, se compadecendo, o Senhor que os amava,
ressuscita Lázaro. Maria Madalena também é reconhecida
como aquela que fica junto de Maria, Mãe de Jesus, aos
pés da Cruz, com São João. E por fim, Maria Madalena é a
primeira testemunha da ressurreição, quando junto de
outras mulheres, foi bem cedo ao sepulcro para
embalsamar o corpo do Senhor e acabam encontrando o
sepulcro vazio, conversa com os Anjos e depois o Senhor
aparece para ela, não o reconhece, mas quando Ele diz
seu nome, seus olhos se abrem. Assim, Santa Maria
Madalena foi encarregada por Nosso Senhor de levar a
seus apóstolos a mais feliz das notícias, sua gloriosa
ressurreição; e depois, com sua irmã e seu irmão
ressuscitado, veio anunciá-la à feliz nação da França.
Referência:
Rohrbacher, Padre. Vida dos santos: Volume XIII. São
Paulo: Editora das Américas, 1959. Edição atualizada por
Jannart Moutinho Ribeiro; sob a supervisão do Prof. A.
Della Nina. Adaptações: Equipe Pocket Terço. Disponível
em: obrascatolicas.com. Acesso em: 11 jul. 2021.
Santa Maria Madalena, rogai por nós! |
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O Terço
(Rosário) dos Homens não exige
nada e não cobra nada da vida pessoal dos seus
participantes, o que faz
com que seus membros se sintam livres, e a liberdade dá ao
homem o poder de ser aquilo que ele deseja ser, daí as
transformações se sucederem de modo espontâneo
causado pelo contato que os mesmos passam a ter
com
Deus por intercessão
de Maria. |
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