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O Primeiro - o número 1 na Internet.-
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Criado em 30 de março de 2005 |
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com o
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que é o mesmo
www.tercodoshomensmaerainha.org.br
Este site apresenta, com exclusividade, o Terço dos
Homens rezado nas suas origens pelo primeiro tesoureiro,
um dos fundadores do grupo.
Sr. Manoel Pedral, falecido à mais de 40anos -
ouçam
89 ANOS DE GRAÇAS E
BÊNÇÃOS
no Brasil e no mundo
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- 24 - São
Charbel Makhlouf - Presbítero e Monge
Local: Líbano |
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São Charbel Makhluf foi um
eremita francês do século XIX, elevado à honra dos
altares em 1965 e canonizado no ano de 1977, pelo Papa
Paulo VI. O nome Charbel, de origem sírio-libanesa,
significa “a história de Deus” e, em português,
pela adaptação latina, também pode ser substituído por
Sarbélio. Mesmo levando uma vida escondida, este Santo
Monge ficou famoso por seu corpo incorrupto e por seus
milagres extraordinários. Pouco depois de sua morte, em
1898, se cumpriria a profecia de seu superior, que, ao
assinar a sua breve ata de sepultamento, previu que mais
se escreveria a respeito dele depois de morto do que
vivo.
De fato, sepultado em uma vala comum, como todos os
Maronitas, de seu túmulo começaram a sair luzes
extraordinárias, que impressionaram quem vivia próximo
ao cemitério. Aberta a sua cova, todos ficaram
maravilhados com o seu corpo, que não só ficara intacto,
como começara a transpirar sangue e água - à semelhança
de Nosso Senhor, de cujo lado aberto na Cruz também
jorraram sangue e água (cf. Jo. 19, 34). Por 70 anos, o
túmulo de São Charbel ficou completamente encharcado,
exalando um odor muito agradável e confirmando a sua
santidade.
Nascido Youssef Antoun Makhlouf, em 1828, São Charbel
era o quinto de seus irmãos. Órfão desde criança - o pai
morreu servindo aos soldados otomanos -, o pequeno José
foi criado por um tio. Mandado para o campo, para cuidar
do rebanho da família, o menino passava o tempo em uma
gruta, na qual se recolhia para rezar. O lugar, chamado
ironicamente por seus colegas de “a gruta do santo”,
acabou por cumprir profeticamente o seu destino. Com 23
anos, José enfrenta a resistência da família - de sua
mãe, que lhe era muito apegada, e de seu tio, que
necessitava de braços para o campo - e sai escondido de
casa, decidido e disposto a fazer-se Monge.
No Mosteiro, em seu primeiro ano de noviciado, o rapaz
vê-se em uma situação difícil. À época, o Líbano
trabalhava arduamente na exportação de seda e os Monges
do lugar em que ele estava tinham muito contato com os
camponeses da região, pois os ajudavam na produção da
fibra. Trabalhando em sua ocupação, o irmão Charbel
atrai o olhar de uma moça, que o tenta seduzir, jogando
nele alguns bichos-da-seda. Ignorando a jovem, ele se
retira dali e, na mesma noite, foge do Mosteiro, que
estava sendo ocasião de perigo para a sua alma.
Já no Mosteiro de São Maron de Annaya, o irmão Charbel
começa o seu segundo ano de noviciado, quando sua mãe,
Brígida, decide visitá-lo. Em uma atitude que pode
parecer dura, Charbel escolhe não ver sua mãe,
limitando-se a conversar com ela atrás da porta. Instado
para mostrar-lhe o rosto, ele responde, resolutamente:
“nós nos veremos no Céu”. Para entender o ato de
São Charbel, é preciso lembrar a sua opção radical pela
vida Monástica reclusa. Ele estava convencido de que um
Monge que mantinha contato com seus parentes depois da
profissão de seus votos deveria recomeçar o noviciado.
Uma lição valiosa que esse acontecimento ensina é a do
amor verdadeiro aos pais, que tem como finalidade a sua
salvação eterna. O amor verdadeiro deseja o Céu para o
outro, assim como São Charbel desejou para sua mãe e
assim como Santa Teresinha do Menino Jesus, que, tendo
aprendido sobre as belezas do Céu, pediu para Deus que
sua mãe morresse logo, para que ela se encontrasse com
Ele.
De fato, o desapego dos pais e a promessa de recompensa
de Charbel à sua mãe - “nós nos veremos no Céu” -
são realidades que ecoam do próprio Evangelho: “quem
ama pai ou mãe mais do que a mim, não é digno de mim”
(Mt. 10, 37); “todo aquele que tiver deixado casas,
irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou campos, por causa do
meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a
vida eterna” (Mt. 19, 29).
Na vida em comunidade, Charbel tornou-se um notável
modelo de submissão e abnegação da própria vontade.
Quando o superior pedia a seus confrades uma obediência
severa, os seus companheiros retrucavam, jocosamente:
“pensa o senhor, por acaso, que sou o irmão Charbel”?
Por decisão do superior e de seus confrades, foi
admitido às sagradas Ordens e, após cumprir os estudos,
recebeu a Ordenação Presbiteral em 1859.
Começa, então, um novo capítulo de sua vida: o agora
Padre Charbel que se preparava com piedade, devoção e
muito zelo para a celebração da Santa Missa. Ele, que
era um homem extremamente despojado, tinha peças de
vestuário e sapatos que usava especificamente para se
encontrar com Nosso Senhor no culto eucarístico: Charbel
celebrava o Santo Sacrifício com a máxima dignidade e
com uma fé tão viva, que, com frequência, durante a
Consagração, as lágrimas corriam-lhe dos olhos escuros e
profundos, os quais eram como duas janelas abertas para
o Céu. E, na contemplação, ficava de tal modo absorto
que não prestava atenção alguma a eventuais ruídos ou
rumores.
Certa vez, durante a sagrada Liturgia, um acólito viu
que o santo chorava durante a consagração e que algumas
lágrimas caíam no corporal. À hora da purificação dos
objetos sagrados, aquele corporal molhado foi causa de
grande inquietação para Charbel, que pensou que havia
deixado cair o Preciosíssimo Sangue de Cristo.
Preocupado, o Padre apresentou o corporal ao seu
Superior, pedindo perdão por aquilo que pensara ser um
ato de negligência sua.
Durante muitos anos, o Padre Charbel permaneceu no seio
da comunidade Monástica, mas, em seu coração, não havia
morrido o desejo de tornar-se eremita, vivendo
completamente afastado do mundo e dedicando-se
inteiramente a Deus. O seu anseio, no entanto, era
sempre negado por seus superiores.
Até que, um dia, tendo voltado tarde de seu trabalho no
campo, ele pediu ao irmão despenseiro - que guarda os
mantimentos do Mosteiro e os distribui aos confrades -
que pusesse óleo em sua lamparina, a fim de rezar o
Ofício em sua cela. O Monge, reprovando Charbel por não
chegar mais cedo, deixou-o, por penitência, sem óleo. O
monge, então, retirou-se obedientemente para o seu
quarto. Um confrade mais jovem se ofereceu para ajudar
São Charbel, mas, por brincadeira, colocou água em sua
lamparina, ao invés de óleo. Milagrosamente, todavia, a
lamparina se acendeu e Charbel pôde rezar o seu Ofício.
Vendo esse milagre, o seu Superior se convenceu de que o
Senhor realmente o chamava para a vida eremítica.
Permaneceu, então, recolhido no eremitério de São Pedro
e São Paulo, até o fim de sua vida. Foi durante este
período, nos intervalos em que trabalhava nas aldeias
vizinhas, que se espalhou na região a sua fama de
taumaturgo.
Impressionante era a sua concentração nos momentos de
oração, que pode ser ilustrada com a história seguinte:
Num dia de tempestade, um raio derrubou parte da ala
meridional da ermida, deitou por terra uma parede da
vinha e queimou, na capela, as toalhas do altar,
enquanto o Santo Monge ali se encontrava, em oração.
Dois Ermitães acorreram ao local, e o viram na mais
apaziguante tranquilidade.
- Padre Charbel, por que não se moveu para apagar o
fogo?
- Caro irmão, como poderia fazê-lo? Pois logo depois de
atear-se, o fogo se extinguiu…
De fato, como o incêndio fora rapidíssimo, ele julgara
mais importante continuar sua oração, sem se perturbar.
No dia 16 de dezembro, enquanto celebrava o Santo
Sacrifício da Missa, o Padre Charbel começou a passar
mal. Tendo agonizado por oito dias, este Santo Monge
entregou a sua vida a Deus oito dias depois, exatamente
na vigília de Natal.
A sua vida extraordinária nos incita, sobretudo, à
renúncia do mundo e ao cultivo da vida espiritual,
baseada principalmente na devoção à Santíssima Virgem e
à Santíssima Eucaristia. A São Charbel Makhlouf se
aplicam com perfeição as palavras do salmista:
“justus ut palma florebit, sicut cedrus Libani
multiplicabitur - O justo crescerá como a palmeira, como
o cedro do Líbano se elevará” (Sl. 91, 13).
Fonte: padrepauloricardo.org
São Charbel Makhlouf, rogai por nós! |
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O Terço
(Rosário) dos Homens não exige
nada e não cobra nada da vida pessoal dos seus
participantes, o que faz
com que seus membros se sintam livres, e a liberdade dá ao
homem o poder de ser aquilo que ele deseja ser, daí as
transformações se sucederem de modo espontâneo
causado pelo contato que os mesmos passam a ter
com
Deus por intercessão
de Maria. |
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